Mostrando postagens com marcador ** Paulo Coelho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ** Paulo Coelho. Mostrar todas as postagens

Paulo Coelho - O Alquimista


Título:  O Alquimista  L1300
Autor:   Paulo Coelho
Editora: Planeta do Brasil
Ano: 2006
Edição: 1
Número de páginas: 192 

Quando escrevi O Alquimista, tentava entender um pouco a razão de nossa existência. Ao invés de fazer um tratado filosófico, resolvi conversar com a criança que existia em minha alma. Para minha surpresa, esta criança ainda estava viva em milhões de pessoas no mundo inteiro.- o livro foi traduzido em 62 línguas e publicado em mais de 150 países. Com esta nova edição, quero compartilhar com mais leitores as perguntas que, justamente por não terem resposta, fazem da vida uma grande aventura.

Paulo Coelho - As Valquírias


Título: As Valquírias L575
Autor: Paulo Coelho
Editora: Planeta do Brasil
Ano: 2006
Edição: 1
Número de páginas: 200


Podemos dividir nossas experiências ? como eu procurei dividir a minha, neste livro ? mas não existem fórmulas para este crescimento. Deus colocou generosamente Sua sabedoria e Seu amor ao nosso alcance. Cabe a nós, neste momento da história, desenvolver os próprios poderes, acreditar que o Universo não acaba nas paredes do nosso quarto, aceitar os sinais, seguir os sonhos e o coração.

Paulo Coelho - A Bruxa de Portobello


Título: A Bruxa de Portobello L384
Autor: Paulo Coelho
Editora: Planeta do Brasil
Ano: 2006
Edição: 1
Número de páginas: 293


SAIU NA IMPRENSA

Época / Data:25/9/2006

Sexo, dietas e uma bruxa muito louca
O escritor Paulo Coelho questiona a intolerância religiosa e insinua que Deus era mulher em seu novo romance, 'A bruxa de Portobello'
Por Luís Antônio Giron

O escritor Paulo Coelho, que alardeia ser treinado nas artes da magia, diz em entrevistas que é capaz de fazer chover e ventar. A personagem principal de 'A bruxa de Portobello' (Planeta), 21º romance do autor carioca de 59 anos, consegue realizar uma proeza ainda mais difícil – fazer o sol surgir no cinzento inverno londrino. O novo romance é cheio de episódios mirabolantes, viagens a lugares remotos e diálogos bizarros. Tudo isso acompanhado de elementos que transcendem o gênero terror e remetem ao estilo que lhe deu fama – torrentes de sexo, pregação mística e até sermões sobre a dieta ideal. Por meio de várias vozes narrativas, o romance conta as aventuras de Sharine, mulher que funda uma religião cujo principal propósito é substituir Deus pela Grande Mãe.

A heroína é conhecida por meio de narrativas de pessoas com que ela se envolveu. Sharine é uma bancária órfã, filha de ciganos, adotada por um casal de libaneses na Tran­silvânia. Trabalhou num banco em Dubai e se transferiu para Londres. As migrações a tornam mística. Rodopia com os surfistas turcos. Estuda com um beduíno. Em Londres, casa-se com um engenheiro para gerar um filho extraor­dinário, Viorel. Ela resolve então montar um templo num armazém da turística Porto­bello Road. Como sacerdotisa, prega o amor, o transe da dan­ça e a dieta da moderação.

Como faz há 20 anos, Coelho aborda temas que dão o que falar. Agora põe em xeque o caráter masculino de Deus e a intolerância reli­giosa. Ele se tornou o escritor brasileiro mais famoso do mundo porque soube captar os sinais dos tempos. O fio que eletriza as multidões de leitores se mantém - a busca do homem por uma razão de existir. Coelho dá seu recado com clareza, apresenta-se como um guru e mantém uma relação direta com os leitores. Vende-se como um autor muito maior que seus livros. Criou um personagem que suplanta sua obra. Nesta semana, 'A Bruxa de Portobello' chega às livrarias do Brasil, de Portugal e 19 países de língua espanhola. Até 2007, terá sido traduzida para 50 idiomas. Paulo Coelho também virou blogueiro. Em junho deste ano, colocou capítulos do novo livro no endereço www.pau­locoelhoblog.com. A intenção não era promover algum tipo de interatividade - afinal, o romance já estava pronto desde janeiro e os palpites dos leitores não se traduziram em mudanças no livro. O blog era principalmente uma estratégia para renovar seu prestígio com o público jovem que usa a internet. No Brasil, o romance está sendo lançado numa tiragem de 300 mil exemplares. A Planeta, sua nova editora, reedita outros dez títulos. Desta vez, ele não está no Brasil. Preferiu fazer o circuito Espanha e Portu­gal. Desde que terminou o romance, saiu a campo para se encontrar com os leitores. 'Quis voltar à vida e come­morar os 20 anos do meu Caminho de Santiago'.

Em 1986, na primeira vez que peregrinou 830 quilômetros até Santiago de Compostela, na Espanha, ele não sabia que rumo daria à vida. Foi atrás da 'lenda pessoal'. Descobriu que sua missão era escrever. De 'O Diário de um Mago', em 1987 (sobre a viagem a Santia­go de Compostela), até 'O Zahir', terceiro livro mais vendido no planeta em 2005, ele se tornou best-seller mundial. Mesmo católico, tem preconizado uma nova era religiosa. Para cele­brar o êxito, refez o Caminho em abril deste ano. Só que, dessa vez, foi de carro e avião. Depois de Compostela, voou para muitos cantos da Europa, Ásia e África. 'O Caminho agora é global', afirma. No blog, contou a viagem, cada dúvida de fé, cada conver­sa com o leitor. Esse tipo de encontro ele batizou de 'autógrafo relâmpago' - 'As editoras discordaram porque diziam que não apareceria ninguém', diz. 'Erraram, pois o retorno foi incrível'.

Ele sempre tratou as editoras como coadjuvantes e não lhes dá direito de se interpor entre ele e o público. Toma conta de todo o processo de lançamento de seus livros usando um lap­top que carrega a todo canto. O motivo de tanto controle deriva, talvez, do desprezo com que os editores brasileiros o trataram no início da carrei­ra - que ele agora retribui, saltando de editora periodicamente. Ele teve de bancar, em 1982, a edição de seu primeiro livro, 'Arquivos do inferno' (hoje fora de catálogo) e chegou a vendê-lo nas ruas do Rio de Janeiro, interceptando possí­veis leitores. Hoje, os leitores esperam em fila para obter um autógrafo. Em maio, ele partiu para uma nova aventura - percorrer a Transiberiana, ferrovia que liga Moscou a Vladivostok, indo de um extremo a outro da Rússia. Parava de cidadezinha em cidadezinha para dar au­tógrafos aos fãs, em encontros não marcados. 'As pessoas me esperavam nas estações de trem', diz. 'Não há nada melhor que abraçar aqueles que me consagraram'.

Paulo Coelho - Diário de um Mago


Título: Diário de um Mago L584
Autor: Paulo Coelho
Editora: Rocco
Ano: 1987
Edição: 126
Número de páginas: 248


Cheguei à cidade depois de tomar um ônibus da linha entre Pedrafita e Compostela. Em 4 horas fizemos os 150 km que separavam essas duas cidades e me lembrei da minha peregrinação: às vezes precisava de duas semanas para percorrer essa mesma distância a pé.
Dentro de pouco tempo pegarei um avião de volta para o Brasil... Tenho muito o quê fazer. Passa pela minha cabeça a idéia de escrever um livro sobre o que vivi. Mas esta é ainda uma idéia remota

Paulo Coelho - Brida


Título: Brida L574
Autor: Paulo Coelho
Editora: Planeta do Brasil
Ano: 2006
Edição: 1
Número de páginas: 264


Um texto anônimo diz que cada um de nós, em sua existência, pode ter duas atitudes: construir ou plantar. Os construtores podem demorar anos em suas tarefas, mas um dia terminam e acabam por ficar limitados às suas próprias paredes. A vida perde sentido quando a construção acaba. Os que plantam podem sofrer tempestades e poucas vezes descansam. Mas o jardim jamais cessa de crescer e, ainda que exija a atenção do jardineiro, também permite que a vida seja uma grande aventura. Na história de cada planta está o crescimento de toda a terra.

Paulo Coelho - Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei


Título: Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei L572
Autor: Paulo Coelho
Editora: Planeta do Brasil
Ano: 2006
Edição: 1
Número de páginas: 216


Quem ama venceu o mundo, não tem medo de perder nada. O verdadeiro amor é um ato de entrega total. Este livro trata da importância dessa entrega. Pilar e seu companheiro são personagens fictícios, mas símbolos dos muitos conflitos que nos acompanham na busca da Outra Parte. Cedo ou tarde, temos que vencer nossos medos ? já que o caminho espiritual se faz através da experiência diária do amor.

Paulo Coelho - O Zahir


Título: O Zahir L028
Autor: Paulo Coelho
Editora: Rocco
Ano: 2005
Edição: 1
Número de páginas: 320


Segundo a tradição islâmica, o Zahir é algo ou alguém que acaba por dominar completamente o pensamento, sem que se possa esquecê-lo em momento algum. Para o narrador do novo romance de Paulo Coelho, o Zahir é sua esposa, Esther, com quem é casado há mais de dez anos. Tudo parecia ir bem entre eles, até o dia em que ela desaparece sem deixar vestígios. A polícia cogita hipóteses de seqüestro, assassinato e envolvimento com terroristas - ela foi correspondente de guerra no Oriente Médio - sem chegar a uma conclusão. Mas ele, o marido, sabe a resposta: ela simplesmente o abandonara sem se despedir, sem dizer para onde ia nem por que fazia isso. Esther saiu de sua vida e terminou ocupando sua mente, pois diante de tantas perguntas sem respostas, para ele se tornou impossível parar de pensar nela. Por que ela desistiu? Onde ela está agora? As interrogações não o deixam em paz e acabam por guiá-lo em uma viagem em busca da esposa desaparecida e de si mesmo.
O nome do narrador de "O Zahir" não é revelado, mas sua biografia é contada em detalhes. O personagem é um escritor famoso que vende milhões de livros em todo o mundo, embora seja constantemente crucificado pela crítica; ele iniciou sua carreira de sucesso como compositor e chegou a trabalhar para gravadoras; na juventude, ele foi hippie e praticou magia, alquimia e diversas ciências ocultas, tendo participado de rituais, sociedades secretas, invocações, seitas exóticas e confrarias misteriosas; ele escreveu sobre o Caminho de Santiago e disseminou o conceito de guerreiro da luz. O personagem criado por Paulo Coelho escreve "Tempo de Rasgar, Tempo de Costurar", uma espécie de tratado sobre o casamento, em que expõe muito de sua vida ao lado de Esther.
Em "O Zahir", é Esther que incentiva o narrador a lutar pelo sonho de se tornar escritor. É ela que o convence a percorrer o Caminho de Santiago e o inspira a escrever seu primeiro livro. Ela é descrita como uma grande companheira, com sabedoria e paciência para superar as crises conjugais. Ela também parece conhecê-lo melhor que ninguém. Depois que desaparece, Esther obriga o marido a fazer uma nova peregrinação: ele precisa descobrir o que deu errado no casamento, onde ela está e por que ela desapareceu. Todas as respostas vêm à tona, mas não sem sofrimento. E ele ainda tem que contar com a ajuda de Mikhail, o jovem de vinte e poucos anos que saía com sua mulher antes de ela ir embora. A princípio, o marido abandonado odeia Mikhail, porque tem certeza de que ele é o responsável pelo desaparecimento de Esther. Ele sabe que foi trocado por um homem bem mais jovem e, o que é pior, somente através dele será possível descobrir onde sua mulher está. Será preciso deixar o orgulho de lado e ir até o rapaz. O que o sábio personagem jamais poderia imaginar é que ele acabaria por aceitar a existência de Mikhail no coração de Esther, seguiria seus passos, passaria a respeitá-lo e deixaria que ele mudasse sua vida. O jovem rival se revela um grande amigo e é quem o faz rever seu passado, descobrir onde errou, entender por que perdeu Esther e passar por experiências que nunca pensou que viveria em sua idade. Em sua jornada, o marido precisará de muita humildade para reavaliar seus valores. Mendigos têm muito que lhe dizer sobre o mundo. Jovens marginais têm o que lhe ensinar. Mikhail o fará ver que escrever sobre a vida é bem mais fácil do que vivê-la de fato.

Paulo Coelho - O Vencedor Está Só




Título: O Vencedor Está Só L801
Autor: Paulo Coelho
Editora: Agir
Ano: 2008
Edição:1
Número de páginas: 400


"O Vencedor Está Só" é, segundo Paulo Coelho, uma fotografia do mundo em que vivemos. A ação, em ritmo acelerado, se passa em 24 horas, durante o Festival de Cinema de Cannes. Produtores, atores consagrados, candidatas a atriz, top models, estilistas e um serial killer, que comete cinco assassinatos, fazem parte da trama. Com foco nos bastidores da festa em Cannes, o livro apresenta um retrato da Superclasse, a elite da elite que define os rumos de nossos dias. Levando ao leitor detalhes de como vivem e se comportam personagens baseados na vida real, Paulo Coelho faz de seu 12º romance um testemunho da crise de valores de um universo centrado nas aparências.
 
(...) Cada livro, cada volume que você vê, tem alma. A alma de quem o escreve, e a alma dos que o leram, que viveram e sonharam com ele. Cada vez que um livro troca de mãos, cada vez que alguém passa os olhos pelas suas páginas, seu espirito cresce e a pessoa se fortalece.

(A Sombra do Vento - Carlos Ruiz Zafón)